DISCIPLINANDO FILHOS

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Quem se nega a castigar seu filho
não o ama; quem o ama não hesita em discipliná-lo. (Provérbios 13.24 NVI).

Disciplinar nossos filhos certamente não é tarefa das mais fáceis.Muito menos prazerosa. Qual é o pai ou mãe, que ainda não sedeparou com seu pequeno dando o maior ibope num show depirraça em público? Provavelmente todos os pais já passaram por isso; ao menos uma ou duas vezes… E para supremo constrangimento dos genitores,quanto maior a platéia, mais longo é o espetáculo do herdeiro.

 Mas o que a Palavra de Deus nos orienta a fazer? Como a Bíblia nos ensina a disciplinar nossos filhos? O versículo citado no início deste artigo nos orienta a “castigar” os nossos filhos. “Quem ama o filho, não hesita em discipliná-lo”. Em Provérbios 29.15 a Palavra de Deus nos diz: “A vara da correção dá sabedoria, mas a criança entregue a si mesma envergonha a sua mãe”. Aqui o texto nos fala sobre ‘corrigir’.
Não devemos estimular os nossos filhos a ter um comportamento destrutivo ou inamistoso. O comportamento rebelde deve ser corrigido enquanto a criança ainda é pequena!

 No entanto, a criança deve ser castigada com amor! Pois a Bíblia também diz: “Quem ama”… E amados, aqui quero fazer uma séria advertência: Nunca, jamais, castigue um filho quando estiver impaciente ou irritado. É obrigação dos pais disciplinar os filhos. Mas sempre em amor!

 Uma chinelada no bumbum, de vez em quando, não vai fazer mal algum. Pelo contrário, ás vezes uma palmada pode ser um santo remédio!  Mas antes da palmada, tente conversar, explicar… No entanto, a Bíblia não nos orientaria a usar a vara, se de vez em quando não fosse realmente necessário usá-la. Algumas manhas e pirraças são realmente intoleráveis. E se permitirmos que os pequenos
se expressem livremente, não estaremos apenas envergonhando a nós mesmos, como pais. Mas também, estimulando nos pequenos um comportamento desrespeitoso com os demais.

 Ouvi outro dia, um pastor falando sobre a correção que teve que dar a um dos filhos. O menino tinha lhe desrespeitado e o pai falou que lhe daria três chineladas quando chegassem em casa. Quando chegaram a residência, o pai levou o menino para o quarto, conversou com ele, e explicou o motivo das três chineladas que ele lhe aplicaria.
Após a devida correção, ajoelhou com o filho e orou com ele. Explicando que não era do agrado dele castigá-lo, mas era necessário fazê-lo. E orientou o garoto a pedir perdão a Deus também, pelo seu comportamento desrespeitoso com os pais e com o Senhor. Está aí um bom exemplo do que é “castigar com amor”.

 No capítulo 29, versículo 17 do livro de Provérbios, também diz: “Discipline seu filho, e este lhe dará paz; trará grande prazer a sua alma”. Um dos grandes problemas da nossa época é a falta de limites. Os pais, muitas vezes para compensar longas horas ausentes de casa, acabam se tornando permissivos demais. Dando aos filhos uma liberdade que estes ainda não têm maturidade para ter. E na ânsia de agradar as crianças e compensar certas falhas, muitos pais acabam exagerando nos presentes, nas permissões e na falta de demarcação de limites.

 Nosso filhos são herança do Senhor. Responderemos a Deus pelos nossos atos, ações ou omissões como pais.
Uma criança precisa de amor, de afeto, de aconchego, acolhimento e limites! Mas limites dados por pais conscientes de seu dever cristão de educar e ensinar. Pais que “castiguem” com amor e em amor. Pais que compreendam que não é na base de gritos e violência física que se educa, mas sim, mediante rendição do próprio ser a Cristo Jesus.

Antes de “castigar” o seu filho pela rebeldia… Ore e peça ao Espírito Santo de Deus que lhe revele se essa rebeldia não foi plantada no coração dessa criança, por você mesmo… Ás vezes, a criança está apenas copiando um comportamento. Do pai, da mãe ou de ambos.

Também existe a possibilidade da criança demonstrar determinado comportamento rebelde em função da falta de atenção dos pais. Faz qualquer coisa para chamar a atenção… Briga, grita, chuta… Não se importa se receber umas palmadas, desde que esteja recebendo atenção. Isso também serve de alerta. Uma criança tem seus meios de comunicar as próprias carências. Muito cuidado para não estimular comportamentos agressivos com mais agressividade. Ás vezes, colocar no colo e dar atenção de qualidade, é tudo de que o pequeno precisa.

 Não grite com seu filho. Não agrida verbalmente. Não agrida fisicamente. Seu filho é um pequeno ser humano em desenvolvimento. Sempre que precisar castigá-lo, faça-o com amor. E explique o motivo do castigo para a criança. Ore antes e ore depois da “palmada”. Não dê brechas a Satanás para plantar ódio no coração do seu filho, dando lhe palmadas desnecessárias, ou gritando com ele. Discipline sim. Com firmeza. Mas com amor e no Senhor.

 Deus abençoe a sua família!

 Pr. Alexandre e esposa Pastora Rosileni Mansano

 “Família, um projeto de Deus”!

Obrigado! Deus lhe abençoe.

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